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O cultivo do alho-poró

autor: Redação RuralNews
data: 29/03/2016

O alho-poró (Alium porrum L.) é uma hortaliça de inverno, muito cultivada na Europa. No Brasil se adapta muito bem às condições dos estados da região Sul, devido ao clima mais frio. O cultivo desta hortaliça apresenta uma importância econômica de destaque, pois é cada vez mais utilizada na indústria de sopas desidratadas. 

É uma planta pouco calórica (cerca de 57 calorias em 100g), rica em sais minerais (ferro, cálcio e fósforo), proteínas e vitaminas (A, B1, B2 e C). O alho-poró apresenta um excelente sabor e é utilizado em sopas, saladas e no preparo de muitos pratos da culinária.

A cultura do alho-poró é bienal, sendo que no primeiro ano ele produz apenas folhas e, no segundo, belas flores, que variam de cor de acordo com a variedade, podendo ser brancas, rosa ou lilás, entre outras. As diferentes variedades também determinam o grau de rusticidade ou resistência à doenças e pragas, precocidade e produtividade.

Prefere solos férteis, areno-argilosos e com pH entre 6,0 e 6,8. Por ser originária de regiões de climas amenos, a temperatura média para seu desenvolvimento deve ficar entre 12 e 23ºC. Em regiões de clima mais quente, o plantio deve ser feio entre março e maio. Já nas regiões mais frias, podemos realizá-lo durante todo o ano.

Antes do transplante para o local definitivos, devemos proceder uma análise de solo, para que possamos verificar as necessidades de adubação ou calagem. A adubação, de acordo com os resultados da análise do solo, deve ser feita cerca de 10 dias antes do plantio.

A propagação é feita através de sementes, em uma sementeira, em sulcos, com espaçamento de 10cm. Quando as mudas atingem cerca de 12cm, o que ocorre cerca de 60 dias após a semeadura, devem ser transplantadas para o local definitivo, com um espaçamento de 20cm entre as plantas, que ficam em linhas, com 40 cm de espaçamento entre elas. O plantio no local definitivo deve ser feito em nível, para evitar a erosão.

Os tratos culturais necessários baseiam-se em capinas, para mantermos o terreno limpo, irrigação diária e adubação por cobertura, que deve ser feita 30dias após o transplante. É interessante, também, que utilizemos a rotação de culturas para mantermos e melhorarmos as qualidades e características do solo. Para isso, a rotação é indicada com as culturas do milho ou tomate, entre outras.

A colheita acontece cinco meses após a semeadura, quando as hastes das plantas estão com 3 a 4cm de diâmetro. O rendimento por hectare é de mais de 23t.

É uma planta relativamente resistente à pragas e doenças. O grau de rusticidade varia bastante, de acordo com a variedade cultivada. A praga mais comum nesta cultura é o tripes. Também é sensível à mela e outras doenças provocadas por fungos.

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