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Como abrir e examinar uma colmeia

autor: Redação Rural News
data: 11/08/2017

Abrir uma colmeia requer cuidados especiais para a proteção tanto do apicultor quanto das abelhas. Para tanto, existem técnicas próprias, as quais devem ser rotineiras. Antes de mais nada, o criador de abelhas deve colocar a sua vestimenta de apicultor e ter sempre à mão, todas as ferramentas necessárias para o trabalho. Em seguida, deve carregar e ligar o fumigador, mantendo-o sempre ligado em caso de alguma emergência. O próximo passo é dar duas ou três baforadas de fumaça pelo alvado, para dentro da colmeia, com a cautela de não exagerar na quantidade de fumaça e nem em sua temperatura para não irritar e nem queimar o enxame.

Volta-se a soltar mais duas ou três baforadas pelo alvado antes de retirar o telhado. Com o formão, o apicultor deve levantar a tampa com cuidado e dar umas três baforadas pela fresta, em sentido horizontal sobre os quadros para afastar as abelhas. Retira-se a tampa e a coloca de lado, com a face interna para cima para não sujar ou ferir alguma abelha aderente. Com o formão, do lado curvo, deslocar os quadros uns dos outros e do suporte e soltar mais fumaça.

A seguir, retira-se primeiro o quadro mais vazio ou fino, sempre com o cuidado de não machucar nenhuma abelha, para facilitar depois, a retirada dos outros quadros, um por um, mas varrendo as abelhas aderentes. O apicultor deve, então, segurar a parte de cima com uma das mãos e a parte de baixo com a outra e examina-las bem (mas sem vira-las ou inclina-las para não cair mel ou pólen das celas abertas e nem prejudicar os ovos ou larvas).

Passa-se à limpeza do lugar do qual saiu o quadro, para que seu substituto fique bem ajustado: retira-se os quadros pretos, velhos, atacados por traças etc., substituindo-os por quadros de lâminas. Faz-se uma faxina geral na colmeia, raspando o própole, restos de cera, resíduos, traças etc, com o objetivo de melhorar as vias de comunicação e facilitar os serviços das abelhas.

O apicultor também deve verificar a situação da rainha (se existe, se está bem, sua postura, etc.), ver se há ou não realeiras, retirar os favos de mel operculado ou maduro ou pelo menos 2/3 do favo operculado ou até sem opercular, mas já viscoso (maduro)- e não se esquecer de deixar um suprimento de mel suficiente para as necessidades da colmeia.

Após a verificação, o criador de abelhas deve retornar as peças aos seus lugares, ainda com a atenção de não ferir ou esmagar nenhuma abelha. Um procedimento importante é anotar todas as observações feitas e a sua data (as anotações podem ser feitas em um caderno ou em fichas a serem dispostas próximas à colmeia). Se as abelhas saem da colmeia e começam a zumbir, é sinal de que se encontram nervosas: para acalma-las, basta dar-lhes um pouco de fumaça.

No processo de abrir e examinar colmeias, o apicultor não deve fazer gestos bruscos ou violentos, como dar tapas para espantar as abelhas; não trabalhar com o fumigador muito perto para não queimar as abelhas com a fumaça ainda quente; não colocar o bico do fumigador diretamente dentro da colmeia; não deixar expostos ao ar livre os quadros com ovos, crias, mel, pólen ou geleia real (para que os mesmos não se danifiquem); não levar ninguém para próximo da colmeia que não esteja com a vestimenta adequada e, por fim, não deixar que animais o acompanhem, pois estes irritam as abelhas e estas o atacam. 

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