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Inovações agronômicas preservam tecnologias e garantem produtividade no campo

autor: Jaqueline Frederes - Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB)
data: 28/07/2017

Nas últimas décadas, a pesquisa agrícola fez com que o Brasil se tornar-se um dos principais produtores de alimentos do mundo. Esse desempenho se deve, principalmente, ao desenvolvimento e à aplicação de tecnologias no campo. Entre as inovações, destaca-se a utilização da biotecnologia para combater plantas invasoras. Hoje, pequenos, médios e grandes produtores investem em sementes transgênicas tolerantes a herbicida, devido à flexibilidade de manejo, segurança e produtividade que oferecem. Visando aumentar o número de tecnologias disponíveis para os agricultores, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), órgão colegiado responsável pela aprovação de organismos geneticamente modificados (OGM) no Brasil, está analisando novos eventos transgênicos tolerantes a outros herbicidas.

É sabido que os sistemas biológicos sob pressão de métodos de controle podem selecionar populações de plantas que são mais resistentes a eles. Segundo o pesquisador da Embrapa Soja, Fernando Adegas, à época do lançamento da primeira planta transgênica no Brasil, uma soja tolerante ao herbicida glifosato, algumas regiões do País tinham graves problemas com plantas daninhas resistentes a um mecanismo de ação usado na cultura da soja, os inibidores da ALS. Com a entrada da soja geneticamente modificada (GM) no mercado, passou a ser possível usar o glifosato na sojicultora. Essa nova tecnologia resolveu ou minimizou os problemas agronômicos relacionados à resistência de plantas daninhas aos inibidores de ALS.

A aprovação de novos produtos, a exemplo das sementes tolerantes aos herbicidas à base de 2,4-D, dicamba, isoxaflutole é fundamental para que os agricultores realizem a rotação de princípios ativos no campo. Essa prática evita e/ou retarda o aparecimento de resistência a métodos de controle químico em plantas daninhas. A resistência pode ocorrer devido a processos de adaptação das espécies, acelerados pela utilização inadequada, com dosagens erradas ou adoção do mesmo herbicida várias vezes no ano, durante vários anos.

De acordo com Adegas, a agricultura em grande escala, especialmente em clima tropical, dificilmente seria possível sem a utilização de herbicidas. “Chove praticamente o ano todo, há grande diversidade de espécies vegetais e as condições são favoráveis ao desenvolvimento e à adaptação de plantas daninhas”, afirma. Para interromper o ciclo biológico vegetal, principalmente nas áreas extensas de agricultura, o controle químico é necessário.

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