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Cercas externas, portões e porteiras

autor: Redação RuralNews
data: 30/11/2017

As cercas externas são construídas nas divisas ou limites do imóvel com outros imóveis, estradas e, às vezes, ruas. Essas cercas devem ser mantidas sempre bem conservadas porque, não só delimitam o imóvel, como sua função principal é protegê-lo, contra a entrada de pessoas estranhas, que não estejam autorizadas a penetrar no imóvel, bem como contra a sua invasão por animais predadores ou não, domésticos ou selvagens.

Pelos mesmos motivos que as cercas, os portões e porteiras devem ser bem construídos, fortes e sempre perfeitos na sua estrutura e no seu funcionamento. Devem, ainda, ser mantidos sempre fechados, exceto quando são abertos para a entrada ou saída de pessoas ou veículos do próprio imóvel, ou cuja entrada foi autorizada.

De acordo com as necessidades, os portões ou porteiras devem ter trincos, trancas, cadeados ou fechaduras para trancá-los, só podendo ser abertos por pessoas autorizadas.

É importante chamar a atenção do proprietário rural para que, quando comprar um imóvel, seja chácara, sítio ou fazenda, não fique logo querendo fazer modificações, trocando as cercas de lugar, mas que procure aproveitar todas as cercas existentes, só as consertando e as mudando de lugar quando isso for absolutamente necessário, pois essas mudanças saem muito caras e, em geral, mais caras do que fazer uma cerca nova, quando for necessário.

As cercas externas podem ser de vários tipos, sendo nelas empregados diversos tipos de materiais. De acordo com as necessidades, técnicas de construção ou as conveniências, inclusive econômicas, as cercas externas podem ser feitas com mourões de madeira rachada; madeira roliça (sem ser rachada); de eucaliptos; de cimento armado; de canos de ferro; de canos de PVC, cheios ou não de cimento, etc.

É preferível que os mourões de madeira, exceto os de "madeira de lei", de longa durabilidade como os de aroueira, por exemplo, sejam "imunizados", para que durem mais, não apodrecendo com facilidade, como os de eucalipto, por exemplo. Também os esteios e os postes empregados nas construções de galpões, depósitos, armazéns, etc., devem ser tratados pelo mesmo processo e pelos mesmos motivos.

De acordo com as necessidades ou conveniências, principalmente econômicas, as cercas externas podem ser de:

- arame farpado com 4 a 12 fios;

- arame liso, com 4 a 12 fios;

- tela de arame galvanizado;

- tábuas de madeira;

- réguas de madeira;

- madeira roliça;

- achas de madeira;

- bambu roliço;

- bambu rachado ou taquaras;

- placas pré-moldadas;

- cimento, etc.

A escolha do material para a cerca deve se basear, principalmente, no seu preço de custo e na facilidade da sua aquisição, desde que seja adequado ao uso a que se destina, permitindo a construção de uma cerca eficiente.

Em casos especiais, em imóveis pequenos ou em certas circunstâncias, essas cercas podem ser substituídas por muros de alvenaria, pré-moldados, etc. De acordo com as necessidades e o seu tipo de construção, as cercas externas devem ter, no mínimo, 1,20 a 1,70m de altura.

Um outro recurso, para consolidar a proteção dada pelas cercas ou muros, é plantar junto a elas, do lado de fora do imóvel, plantas com muitos espinhos como, por exemplo, coroa-de-Cristo, o que torna difícil ou impossível que homens ou animais cheguem até a cerca e a transponham.

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