Home  Quem Somos  Cadastre-se  Anuncie no Rural News  Fale Conosco 
Busca
 

 

 
Enquete
Qual a sua área de atuação profissional?
Agricultura
Pecuária
Agricultura e Pecuária
Outra área dentro do setor rural
Fora do setor agropecuário

 

 Indique este site

Avicultura paranaense é máquina de gerar receitas e empregos

autor: Camila Tsubauchi - Centro de Comunicação
data: 11/08/2017

Nos 1,5 mil quilômetros percorridos pela Expedição Avicultura no Paraná, a confiança do setor foi notada em cada trecho visitado. O estado que abate mais de 3 mil aves por minuto se mostra uma máquina na geração de receitas e de empregos. Com destaque para as regiões Norte e Oeste, diversas cidades se transformam em polos avícolas, como, por exemplo, Maringá, Palotina, Cascavel, Joaquim Távora, Jaguapitã, Ubiratã, Cafelândia e Itaipulândia.

Com uma gama de mais de 160 países importadores, a avicultura paranaense mantém altos índices de produção, mesmo com as dificuldades geradas pelo cenário econômico nacional.“A crise econômica derrubou o consumo interno, mas o mercado internacional compensa o apetite. Os preços, no entanto, não estão bons em nenhuma situação, o que deve nos levar a um ano sem grandes saltos, com melhora real só em 2018”, explica o membro da Expedição Avicultura, Gabriel Azevedo.

As metas ousadas dos frigoríficos em aumento de abates e receitas é justificada pelos maciços investimentos realizados. Exemplo da GTFoods, localizada em Maringá, que aposta em 1 milhão de frangos abatidos diariamente nos próximos anos (atualmente a empresa tem a média de 640 mil aves). Para isso ela conta com uma estrutura para 950 integrados, que abastecem suas granjas com 105 mil toneladas de insumo mensalmente.

A união de cooperativas estaduais também gera bons resultados. A Unitá, com sede em Ubiratã, é uma marca formada pela junção da Copacol, Coagru e Cooperflora. Com uma expectativa de investimento de R$ 300 milhões, a empresa busca dobrar os 2 mil empregos gerados atualmente em sua região, além de atingir a marca de 300 mil aves abatidas por dia (hoje a média é de 180 mil frangos).

E essa perspectiva otimista é corroborada pelo presidente do Sindicato das Indústrias Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), Domingos Martins, que aposta em um crescimento de 6% na produção e exportação de frango para 2017, em comparação ao ano passado. “A qualidade sanitária, a estrutura moderna e a união entre setores são os diferenciais que colocam nossa avicultura nessa posição de destaque e nos permite traçar esses objetivos”, afirma Martins.

Ovos

No estado líder na produção e exportação de frango, a aposta na avicultura de postura também tem dado bons resultados. O Paraná é o terceiro maior produtor de ovos no Brasil, sendo responsável por 9,3% de todo o produto nacional. Esses índices devem registrar crescimento nos próximos anos, graças a preocupação das empresas locais em investir em infraestrutura e tecnologia.

Entre os destaques desse cenário estão a Jaguá Frangos e a Lar Cooperativa Industrial. A primeira, com sede em Jaguapitã, investiu R$ 38 milhões em um novo incubatório, inaugurado no ano passado. Nesse local são chocados cerca de 7 milhões de ovos por mês, sendo que a capacidade de produção pode atingir o dobro dessa marca. Já a Lar aposta em seu novo empreendimento em Itaipulândia, orçado em R$ 35 milhões, e que junto da unidade de Santa Helena pode abrigar 7,3 milhões de ovos mensalmente, resultando em até 15 milhões de pintainhos nesse período.

« voltar

Indique a Matéria
Seu Nome:
Seu Email:
Nome do Amigo:
Email do Amigo:
Comentários:

 

 

Publicidade
Info Rural News
Proibida a cópia e reprodução total ou parcial por qualquer meio ou processo, sem autorização expressa do Ruralnews.
Copyright 2005. © RuralNews - Todos os Direitos Reservados. Desenvolvido por Pontaweb