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Especialista alerta sobre necessidade de acrescentar vitaminas e minerais à ração animal

autor: Hamilton Júnior - Comunicare
data: 07/06/2019

Para um animal conseguir expressar o seu máximo potencial genético, alguns fatores importantes como ambiência, sanidade e nutrição devem ser constantemente levados em consideração. Em se tratando de nutrição, por exemplo, o objetivo é fornecer aos animais, através da mistura de alimentos, os nutrientes necessários para satisfazer sua exigência diária, como a proteína bruta, os aminoácidos, a gordura, a fibra bruta, as vitaminas e os macro e microminerais.

De acordo com o nutricionista animal da Quimtia Brasil, José Luiz Schneiders, indústria especializada na fabricação de insumos para nutrição animal, as rações brasileiras são basicamente formuladas com o milho e o farelo de soja. Para ele, apesar de serem ótimas fontes de Proteína Bruta, Energia Metabolizável e Carboidratos, essas plantas possuem baixa quantidade de vitaminas e microminerais, nutrientes importantes para atender as necessidades dos animais.

“Por conta disso é necessário adicionar na alimentação animal o premix, que é uma mistura composta por minerais e/ou vitaminas que possui inclusão baixa, normalmente de 0,5 a 10,0 kg por tonelada de ração”, comenta.

Segundo Schneiders, é fundamental a inclusão deste composto à ração, Uma vez que as vitaminas e microminerais participam de várias funções metabólicas do animal. “A carência do premix pode comprometer toda a produção e levar os animais a estados clínicos graves”, acrescenta.

Mas, uma pergunta que sempre sonda a cabeça dos produtores na hora de escolher o premix é: qual é o ideal?

O nutricionista afirma que vários quesitos devem ser observados na escolha de escolher um premix, entre eles qualidade e balanceamento das matérias primas; higiene das instalações e equipamentos, visando evitar contaminação cruzada; garantia e controle de qualidade da produção do premix, que pode ser demonstrado através da rastreabilidade da produção do mesmo.

O especialista elenca, ainda, algumas características que devem ser observadas para a escolha do premix:

·         Homogeneidade do premix: Verificar a uniformidade, ou seja, se as vitaminas e micrminerais estão distribuídos de forma igual dentro da mistura. Pois a mistura inadequada irá acarretar má distribuição das partículas, podendo fazer com que o animal consuma em excesso algum nutriente, ou não o consuma;

·         Ausência ou máxima tolerância de perigos químicos:  metais pesados (chumbo, cádmio, mercúrio, arsênio), dioxinas e furanos ou níveis inadequados de promotores de crescimento e anticoccidianos;

·         Estabilidade do premix: Considerar que o produto esteja livre de problemas de qualidade (empedramento, endurecimento, aglomeramento) e nutricionais (redução da concentração dos nutrientes e perda do seu princípio ativo) durante o seu prazo de validade.

·         Compatibilidade entre os componentes do premix: Interações entre os componentes que podem levar a reações, como alteração de cor ou até mesmo formações de novos compostos químicos que possam ser tóxicos aos animais.

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