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Distribuição dos alimentos para as rãs

autor: Redação RuralNews
data: 15/09/2017

 
A distribuição dos alimentos para as rãs pode ser feita 1 ou 2 vezes ao dia, ou melhor ainda, na parte da manhã, bem cedo. Como as rãs têm hábitos noturnos, passam a noite caçando insetos. Devemos, no entanto, manter os cochos ou comedouros sempre cheios.

O objetivo da alimentação suplementar é:

- aumentar as disponibilidades de alimento;

- garantir seu suprimento durante todo o ano;

- evitar que a alimentação dependa das condições climáticas como frio, calor, chuvas, época do ano, etc. que influem na quantidade e na reprodução dos insetos e de outros animais que servem de alimentação para as rãs e girinos, bem como no crescimento e ciclo vegetativo das plantas;

- fornecer maior quantidade de alimentos às rãs, o que acelera a sua metamorfose e o seu crescimento e aumenta o seu ganho de peso diminuindo, também, o tempo necessário para que fiquem "prontas" para o abate ou para a reprodução;

- aproveitar resíduos e detritos como as sobras de rações, farinhas, farelos e outros produtos, inclusive de origem animal.

Como as rãs não têm horários especiais para se alimentarem, só o fazendo quando têm fome, devemos manter alimentos sempre à sua disposição, nos cochos situados nas ilhas ou tabuleiros ou, ainda, comedouros tipo "padiola" sobre a água e apoiados nas margens dos barrancos ou paredes dos tanques.

Quando os alimentos vivos (peixes, girinos, minhocas, etc.) são colocados diretamente na água do tanque, as rãs têm dificuldade para caçá-los, pois tem que perseguí-los até capturá-los, dispendendo muita energia, o que prejudica o seu crescimento ou a sua engorda.

Quanto aos alimentos de origem animal, como bofe, tripas, etc., quando sobram e entram em decomposição, podem contaminar as águas dos tanques e diminuir a sua taxa de oxigênio, causando sérios problemas à saúde dos animais e ao próprio ranicultor.

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