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Doenças e intoxicações que atacam as rãs

autor: Redação RuralNews
data: 21/01/2016

As rãs são animais pouco sujeitos às doenças. É preciso porém que mantenhamos, no ranário, as melhores condições sanitárias possíveis. Para isso, devemos cuidar para que as águas dos tanques estejam sempre limpas e que não sejam poluídas, principalmente por detritos humanos, de hospitais, de depósitos de lixo, resíduos industriais tóxicos, etc., para evitar que as rãs sejam contaminadas.

É necessário, ainda, que disponham de uma boa alimentação, para que não tenham nenhuma queda de resistência física. Outra coisa a evitar, é a aglomeração ou superpovoamento do ranário, sempre prejudicial, concorrendo, inclusive, para ferimentos que podem infeccionar-se, prejudicando ou até mesmo matando o animal.

Julgamos mais prático que, quando uma rã aparece doente, o melhor é diagnosticar o seu mal e depois sacrificá-la, fazendo a necrópcia, para termos maior certeza sobre o quadro que se apresentava e evitar um possível alastramento do mal pelo ranário. Isso só não deve ser feito em casos especiais, de acordo com as circunstâncias e necessidades do criador.

Em seguida, relacionamos os sintomas de algumas doenças que atacam as rãs, especialmente as rãs touro.

Edema Geral

Sua origem ainda não é bem esclarecida, parecendo tratar-se de infecção de ferimentos, por Staphyllococcus ou por Streptococcus. A rã doente aparece toda inchada, com invasão de linfa entre a pele e os músculos, isto é, um edema subcutâneo.

Aparecem, ainda, pápulas e visículas (bolhas) no focinho e entre os dedos dos pés e das mãos. A rã perde, depois, a noção de equilíbrio, começa a nadar em círculos e quando fora da água, fica desorientada, saltando desordenadamente. O edema ou inchação vai aumentando e aparece paralisia dos membros. Embora haja tratamento, o melhor, na maioria das vezes, é sacrificar o animal.

Perna vermelha
 
Seu nome vem do inglês, red-leg, que significa perna vermelha. É uma doença produzida por uma bactéria. Seus sintomas são tristeza, cabeça baixa, movimentos lentos e o aparecimento, na pele, de pápulas, visículas e petéquias ou pontos hemorrágicos (vermelhos, de sangue), principalmente nas pernas e barriga. Ocorrem, ainda, edemas (inchações) em algumas partes. Também há cura para esta doença, mas recomendamos ao criador analisar a necessidade desse tratamento em contrapartida a realização do sacrifício do animal.

Além das doenças infecciosas, as rãs podem contrair parasites, mas que em geral não representam um problema para a criação comercial de rãs.

Intoxicações

As rãs, como todos os animais, estão sujeitas a intoxicações por diversas causas. Por isso, não só aconselhamos, mas consideramos mesmo, de grande importância, que as rãs sejam protegidas contra elas. Para isso, devemos evitar águas poluídas, alimentos deteriorados e principalmente o seu contato com inseticidas, defensivos agrícolas, carrapaticidas e quaisquer produtos tóxicos utilizados na agricultura ou na pecuária. Estes produtos podem ser absorvidos, principalmente através da pele e as rãs, embora possam não morrer, ficam com a sua carne contaminada, tornando-se impróprias para o consumo.

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