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Adubação com esterco de coelho

autor: Redação RuralNews
data: 26/12/2017

O esterco de coelho é um dos melhores adubos orgânicos que podem ser utilizados na agricultura, se comparado com o de outros animais. Nas análises químicas, esse tipo de esterco se mostrou superior, em comparação ao de outros animais. 

Seu valor como fertilizante é muito grande e o seu emprego pode ser feito, com grande sucesso, em qualquer plantação, horta ou jardim.

O esterco de coelho é muito rico, principalmente em nitrogênio, fósforo e potássio, segundo comprovam análises feitas por vários departamentos técnicos de universidades no Brasil e no exterior, e nas quais foram encontrados os seguintes resultados:

Nitrogênio 2,48% Fósforo sob a forma de anidrido fosfórico 2,50% Potássio, como óxido de potássio 1,33%

Além desses elementos, são encontrados no esterco do coelho, embora em menor quantidade, cálcio, sódio, magnésio, enxofre, etc.

Quanto ao fato de termos afirmado que o esterco de coelho é superior ao de outros animais, podemos verificar pelos dados a seguir, de acordo com as percentagens obtidas em análises realizadas:

*********coelho galinha porco carneiro cavalo vaca
Nitrogênio 2,48% 1,75% 1,00% 1,00% 0,60% 0,50%
Fósforo 2,50% 1,25% 0,40% 0,35% 0,25% 0,30%
Potássio 1,33% 0,85% 0,30% 0,60% 0,50% 0,45%

Segundo cálculos realizados, baseados em observações, 100 coelhos, em um só ano, podem produzir de 5000 a 6000 quilos de esterco. Essa quantidade é suficiente para adubar 1 hectare de terra e sua distribuição pode ser feita 1, 2 ou 3 vezes por ano.

Se o esterco for adicionado à palhas, restos e outros materiais, pode atingir muitas toneladas, dando, assim, para adubar uma área bem maior.

É aconselhável não usar esterco fresco de coelho, porque pode "esquentar" muito e queimar as plantas. Outro cuidado a ser observado é evitar empregar esterco de coelho em plantações destinadas à alimentação desses animais, para evitar a disseminação de alguma doença.

Todo criador deve ter uma boa esterqueira para aproveitar esse elemento de tão grande utilidade na adubação de qualquer plantação e que por isso tem um grande valor, podendo ser aproveitado pelo próprio fazendeiro ou vendido a outros produtores rurais. Além disso, as esterqueiras ou fossas especiais, evitam o mau cheiro, fermentações excessivas, a proliferação de germes e a disseminação de doenças.

Sendo misturado com palhas, capins, sabugo de milho, palha de arroz ou qualquer outro material absorvente, sua qualidade melhora porque a urina é absorvida e fixada, não escorrendo, perdendo-se por filtração e evaporação.

Para diminuir a perda de nitrogênio, é aconselhável adicionar 10% de super fosfato, porque este elemento, combinado com o amoníaco, forma um sal não volátil que, não se evaporando, permanece no adubo, mantendo suas boas qualidades.

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