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Reprodução artificial dos peixes

autor: Redação Ruralnews
data: 29/04/2016

Em uma criação comercial de peixes, que seja desenvolvida nos padrões atuais de cultivo semi-intensivo ou intensivo, podemos utilizar técnicas valiosas e bastante práticas de reprodução dos peixes, através de da intervenção no processo reprodutivo natural desses animais. Estas técnicas visam atingir uma maior produção e produtividade na criação, melhorando os resultados finais e, consequentemente, os lucros dos piscicultores. 

Existem muitos processos, técnicas ou métodos que podem ser utilizados com sucesso pelos criadores mas a escolha da melhor opção varia de acordo com as características da criação, dos peixes, das instalações, etc. De qualquer forma, as técnicas mais utilizadas consistem, basicamente, no controle da fecundação e o acompanhamento dos processos de incubação e produção de larvas e alevinos, para que haja uma produção maior e uma taxa de sobrevivência superior dos peixes e alevinos.

A reprodução artificial pode ser realizada com ou sem um tratamento hormonal, que é uma técnica utilizada para induzir a ovulação e a desova, aumentando significativamente a produção. Neste caso, são utilizados os hormônios hipofisários, o LRH ( hormônio liberador) ou o HGC (Hormônio Gonadotrófico Coriônico).

A forma de utilização desses hormônios varia de acordo com as características da criação, como as instalações disponíveis e, principalmente, de acordo com a espécie cultivada. Desta forma, também de acordo com a espécie criada, a forma de administração dos hormônios pode variar.

Independente do uso de hormônios ou não, o processo de reprodução artificial dos peixes consiste na manipulação de reprodutores, que são capturados e dos quais são retirados os óvulos e esperma, para que a fertilização seja feita artificialmente. Os espermas podem ser obtidos através do método de sucção ou de espermiação direta, que consiste, basicamente, em "espremer" o peixe, de maneira que este possa expelir os espermatozóides. Para a coleta dos óvulos, utiliza-se a mesma técnica.

Depois da fertilização dos ovos ou ovas, estes devem ser incubados em incubadoras apropriadas, até o estágio larval ou, ainda, de alevino. Com este procedimento ou esta intervenção no processo reprodutivo, são obtidas melhores taxas de crescimento, menor índice de mortalidade e peixes mais saudáveis.

Existem diversos tipos de incubadoras mas, de uma maneira geral, estas são responsáveis pelo bom desenvolvimento dos ovos, que devem ser mantidos em condições de sanidade adequadas. As incubadoras devem ter a capacidade de manter a temperatura apropriada (que pode variar de acordo com a espécie de peixe) e fornecer uma alta concentração de oxigênio, de maneira intermitente. Além disso, a água deve ser limpa e ter o seu fluxo controlado, para que sejam evitados possíveis danos aos ovos.
 

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