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Faisões - uma criação lucrativa

autor: Redação RuralNews
data: 20/01/2015

A carne do faisão é apreciada em todo o mundo, considerada uma iguaria e, por esse motivo, seu valor de mercado é elevado. No Brasil, a criação dessa ave está se desenvolvendo cada vez mais, e o mercado em expansão. Para se iniciar uma criação, é necessário, em primeiro lugar, entender e conhecer essa ave, oriunda da Ásia. Na verdade, todas as espécies de faisões são originárias da Ásia. As mais raras e valiosas são encontradas em Sumatra, Borneus, no Himaláia e na ilha de Formosa.

De um modo geral, todas as espécies, que são mais de 30, tem os mesmos costumes e métodos de reprodução. No estado selvagem, preferem viver nas orlas e clareiras das florestas e nas beiras dos campos, principalmente perto das plantações e onde existam rios ou outros cursos d?água.

Dormem empoleiradas em árvores, protegendo-se assim, dos seus inimigos naturais como cães, raposas, etc. Voam muito rápido e em linha reta. Quando, levantam vôo, fazem um grande barulho com as asas. Andam muito depressa pelo chão e se escondem no mato. Só voam quando são obrigados por pessoas ou animais que os estejam perseguindo.

Quando selvagens, alimentam-se de brotos, folhas, grãos, larvas, insetos, moluscos, etc. Para isso, passam o dia inteiro "catando" seus alimentos.

Com exceção de algumas espécies, os faisões são polígamos, isto é, podem ser dadas de 6 a 8 fêmeas a cada macho. Na época do acasalamento, abrindo e fechando as asas, com gritos e assobios, executam verdadeiras danças ao redor das fêmeas.

Normalmente, os machos vivem em paz uns com os outros mas, na época da reprodução, eles brigam muito entre si, defendendo suas fêmeas, e essas brigas, muitas vezes, acabam em mortes. Quando, porém, passa esse período, eles saem para os bosques, juntos novamente, mas só até a próxima estação de reprodução, quando começam a brigar novamente.

As fêmeas escolhem um lugar isolado, onde consigam obter alimentos para seus filhotes e possam se defender dos inimigos. Fazem aí os seus ninhos com ramos, palhas e capins e começam a postura que é de 4 a 12 ovos, que elas mesmas chocam. Em algumas espécies, os machos também ajudam no choco.

Os filhotes nascem espertos e ágeis e se desenvolvem rapidamente. Com 15 dias, já começam os primeiros vôos, mas só voam bem aos 3 meses de idade.

Aves pouco inteligentes, não sabem se defender dos elementos naturais, como chuvas, enchentes, etc., o que muitas vezes lhes causa a morte. São, também, vítimas fáceis, tanto dos animais carnívoros selvagens quanto dos homens que os caçam para saborear sua rara e apetitosa carne. Com isso, o interesse pela sua lucrativa criação vem aumentando cada vez mais.

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