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Doenças das codornas domésticas

autor: Redação RuralNews
data: 05/06/2015

As doenças que atacam as codornas podem ser classificadas nas seguintes categorias:

Infecciosas

Quando provocadas por bactérias ou vírus. São as mais perigosas e as que maiores prejuízos podem causar aos criadores, porque se transmitem, diretamente, de ave doente à ave sadia ou, indiretamente, através de material contaminado, ventos, etc., podendo atacar todo o plantel, se não forem tomadas as medidas profiláticas adequadas. Como exemplo temos a purolose e a bouba ou pipoca

Parasitárias
 
Produzidas por parasitas internos ou externos, são perigosas, embora menos do que as doenças da categoria anterior. Podem se disseminar pela criação causando, também, grandes prejuízos.

Orgânicas

São as doenças causadas por alterações no próprio organismo mas se revestem de pouca importância porque, não sendo infecto-contagiosas, são individuais, não se transmitindo de um animal para outro.

Suas causas podem ser físicas, químicas ou mecânicas. Podem ocorrer muitos casos, ao mesmo tempo, desse tipo de doença, quando as aves forem atingidas pela mesma causa, simultaneamente, como, por exemplo, quando lhes é fornecida uma ração com deficiência de vitaminas, provocando o aparecimento de certos distúrbios ou avitaminoses.

Codornas doentes só dão prejuízos porque não se reproduzem; têm queda ou às vezes, parada total da produção; consomem mais alimentos para atingirem o mesmo peso ou desenvolvimento que as aves normais perdendo, portanto, a precocidade; exigem mais tempo para entrarem em reprodução, etc. Isso não só diminui a sua produtividade e aumenta o seu preço de custo mas concorre, às vezes, para que não possam ser entregues nas melhores épocas para a venda ou que os compromissos de entregas não possam ser cumpridos nas datas programadas. Atrasa, também, o início da produção ou da reprodução, o que redunda em grandes prejuízos para o criador.

Além do mencionado, aves doentes podem transmitir a doença a outras codornas até mesmo liquidando toda a criação quando não são tomadas as medidas adequadas ao seu combate.

As codornas, no entanto, não são muito sujeitas a doenças, sendo até bastante resistentes a elas. Quando bem alimentadas, em boas instalações, com um bom manejo e quando são adotadas medidas sanitárias rigorosas elas, dificilmente, ficam doentes.

Como, no entanto, apesar de todas as precauções, podem ocorrer casos de doenças na criação, é necessário que os criadores conheçam quando suas codornas estão sadias ou doentes, o que só é possível se souberem reconhecer os sintomas que elas apresentam em cada caso.

Quando o criador suspeitar que uma codorna está doente ou notar qualquer sintoma de doença em uma de suas aves, deve isolá-la, mantendo-a afastada da criação, porque pode trata-se de uma doença infecciosa que pode ser transmitida a outras codornas, se não forem tomadas, imediatamente, as medidas cabíveis em cada caso. Com a prática, o criador poderá, com certa facilidade, identificar uma codorna doente e tomar as providências necessárias.

Se o criador não conseguir identificar, com segurança, a doença da codorna, o melhor é chamar um médico veterinário que, não só fará o diagnóstico da doença mas também dará uma boa orientação para o seu combate. Outra providência que pode ser tomada é remeter as codornas, vivas ou mortas, a laboratórios especializados, para o diagnóstico da doença.

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